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Competidor mais jovem do Sertões, Rasc Campos, 17, vai disputar o Dakar em 2011

Sertões não é lugar apenas para marmanjos acostumados à poeira e lama. Entre os experientes pilotos, destaca-se um garoto de cerca de 1,65 m, franzino e enrolado em um macacão de corrida. Seu nome é Rasc Campos, navegador da equipe Mahindra/Faztrilha, o mais jovem competidor de toda a competição, com 17 anos.

No ano passado ele também competiu ao lado de seu pai, Ricardo Rasc, aos 16, um recorde no Sertões. Os dois terminaram em terceiro na categoria production. A pouca idade não impede o adolescente de traçar planos ambiciosos: em 2011, ele quer participar do Dakar, o rali mais longo e perigoso do mundo, com seu pai.

- Vamos tentar terminar em um bom lugar aqui no Sertões. E o nosso plano é irmos para o Dakar no ano que vem, quando eu tiver 18 anos. É um sonho.

Rasquinho, como é chamado por parentes e amigos da família, ajuda o pai há anos no Sertões, como membro da equipe de apoio. Ele começou cedo como navegador, nos ralis de regularidade de Brasília, sempre com Ricardo. No próximo Rally dos Sertões, vai ser o piloto de um dos carros da equipe Mahindra.

- O meu futuro já está decidido: rali é a minha vida. Nem futebol assisto direito, só penso em dirigir. No ano que vem vou ter 18 anos e poderei pilotar pela primeira vez na prova. O meu pai vai no outro carro. Um dia vou ganhar o Sertões.

A paixão por carros e provas fora de estrada, porém, atrapalharam a vida escolar de Rasc. Com 17 anos, ele ainda cursa a oitava série do primeiro grau. Rindo, ele admite que precisa ser mais responsável.

- Eu faltava na aula para pegar o carro do meu pai e dirigir por aí. Só penso mesmo em competir, nasci assim. Claro que isso me atrapalhou bastante na escola.

O navegador não considera a sua pouca idade como uma desvantagem. Ao contrário, gosta de ser reconhecido e diz que se não fosse o mais novo, “não teria essa atenção”. Seu pai, Ricardo, afirma que é ótimo competir ao lado do filho, desde que esqueça o parentesco durante as provas, muitas vezes perigosas.

- Se você fica lembrando que ele é o seu filho, você não corre, vai segurar o pé. Por isso, ele vira um membro da equipe como qualquer outro. Na estrada, mandamos bala.

Sertões não é lugar apenas para marmanjos acostumados à poeira e lama. Entre os experientes pilotos, destaca-se um garoto de cerca de 1,65 m, franzino e enrolado em um macacão de corrida. Seu nome é Rasc Campos, navegador da equipe Mahindra/Faztrilha, o mais jovem competidor de toda a competição, com 17 anos.

No ano passado ele também competiu ao lado de seu pai, Ricardo Rasc, aos 16, um recorde no Sertões. Os dois terminaram em terceiro na categoria production. A pouca idade não impede o adolescente de traçar planos ambiciosos: em 2011, ele quer participar do Dakar, o rali mais longo e perigoso do mundo, com seu pai.

- Vamos tentar terminar em um bom lugar aqui no Sertões. E o nosso plano é irmos para o Dakar no ano que vem, quando eu tiver 18 anos. É um sonho.

Rasquinho, como é chamado por parentes e amigos da família, ajuda o pai há anos no Sertões, como membro da equipe de apoio. Ele começou cedo como navegador, nos ralis de regularidade de Brasília, sempre com Ricardo. No próximo Rally dos Sertões, vai ser o piloto de um dos carros da equipe Mahindra.

- O meu futuro já está decidido: rali é a minha vida. Nem futebol assisto direito, só penso em dirigir. No ano que vem vou ter 18 anos e poderei pilotar pela primeira vez na prova. O meu pai vai no outro carro. Um dia vou ganhar o Sertões.

A paixão por carros e provas fora de estrada, porém, atrapalharam a vida escolar de Rasc. Com 17 anos, ele ainda cursa a oitava série do primeiro grau. Rindo, ele admite que precisa ser mais responsável.

- Eu faltava na aula para pegar o carro do meu pai e dirigir por aí. Só penso mesmo em competir, nasci assim. Claro que isso me atrapalhou bastante na escola.

O navegador não considera a sua pouca idade como uma desvantagem. Ao contrário, gosta de ser reconhecido e diz que se não fosse o mais novo, “não teria essa atenção”. Seu pai, Ricardo, afirma que é ótimo competir ao lado do filho, desde que esqueça o parentesco durante as provas, muitas vezes perigosas.

- Se você fica lembrando que ele é o seu filho, você não corre, vai segurar o pé. Por isso, ele vira um membro da equipe como qualquer outro. Na estrada, mandamos bala.

Sertões não é lugar apenas para marmanjos acostumados à poeira e lama. Entre os experientes pilotos, destaca-se um garoto de cerca de 1,65 m, franzino e enrolado em um macacão de corrida. Seu nome é Rasc Campos, navegador da equipe Mahindra/Faztrilha, o mais jovem competidor de toda a competição, com 17 anos.

No ano passado ele também competiu ao lado de seu pai, Ricardo Rasc, aos 16, um recorde no Sertões. Os dois terminaram em terceiro na categoria production. A pouca idade não impede o adolescente de traçar planos ambiciosos: em 2011, ele quer participar do Dakar, o rali mais longo e perigoso do mundo, com seu pai.

- Vamos tentar terminar em um bom lugar aqui no Sertões. E o nosso plano é irmos para o Dakar no ano que vem, quando eu tiver 18 anos. É um sonho.

Rasquinho, como é chamado por parentes e amigos da família, ajuda o pai há anos no Sertões, como membro da equipe de apoio. Ele começou cedo como navegador, nos ralis de regularidade de Brasília, sempre com Ricardo. No próximo Rally dos Sertões, vai ser o piloto de um dos carros da equipe Mahindra.

- O meu futuro já está decidido: rali é a minha vida. Nem futebol assisto direito, só penso em dirigir. No ano que vem vou ter 18 anos e poderei pilotar pela primeira vez na prova. O meu pai vai no outro carro. Um dia vou ganhar o Sertões.

A paixão por carros e provas fora de estrada, porém, atrapalharam a vida escolar de Rasc. Com 17 anos, ele ainda cursa a oitava série do primeiro grau. Rindo, ele admite que precisa ser mais responsável.

- Eu faltava na aula para pegar o carro do meu pai e dirigir por aí. Só penso mesmo em competir, nasci assim. Claro que isso me atrapalhou bastante na escola.

O navegador não considera a sua pouca idade como uma desvantagem. Ao contrário, gosta de ser reconhecido e diz que se não fosse o mais novo, “não teria essa atenção”. Seu pai, Ricardo, afirma que é ótimo competir ao lado do filho, desde que esqueça o parentesco durante as provas, muitas vezes perigosas.

- Se você fica lembrando que ele é o seu filho, você não corre, vai segurar o pé. Por isso, ele vira um membro da equipe como qualquer outro. Na estrada, mandamos bala.

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